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terça-feira, 3 de novembro de 2009

A DESCOBERTA DO MEU EU

A descoberta do meu EU…


Tenho vindo a reflectir no que eu sou,  no que fui… e descobri que nem sempre fui eu própria… vivi muitas vezes a vida que os outros queriam, só para os agradar… e dotada de muita covardia não queria perceber o que estava para lá dessa “verdade”. Era feliz? Não, claro que não! Na verdade sempre me senti presa… angustiada… sugada até… mas passava ao lado e ignorava.

Estava a tornar-me uma pessoa que eu não queria, nem quero ser e acho que nem dava conta disso.

Errei muito… sem perceber que o fazia, mas também, é verdade, não queria perceber.

Demorei tempo… mas agora acordei e vi que não quero ser a pessoa que me estava a tornar, porque a minha essência não é assim.

Quero ser eu própria, porque só assim serei feliz, quero que as pessoas se identifiquem comigo que sejam felizes na minha presença, tal como eu vou querer ser na delas.

O resto… o que tiver de ser… será.

Hoje sou uma pessoa sem mágoa, sem raiva, em busca da verdade… a querer apenas a verdade… dos sentimentos… das palavras… das pessoas. E acima de tudo a AMAR-ME e com orgulho das minhas conquistas.

Conquistei a minha "liberdade", a minha dignidade, o meu coração e hoje permito-me ser EU...


sábado, 3 de outubro de 2009

O FILTRO DO MEDO


O FILTRO DO MEDO



"As pessoas têm a capacidade de ver as coisas como elas são, com clarividência e desapego. Com produtividade, utilidade e harmonia.As pessoas são dotadas de poderes que as fazem olhar e saber interpretar cada facto da sua realidade. Uma pessoa sabe sempre o que é para ela. O que as coisas são, para ela. O que vem a caminho e o que ela deverá experienciar.


Acontece que, quando nascem, são envolvidas por um poço de medo. Esse poço situa-se no chakra da raiz, abaixo da coluna vertebral. Sempre que alguma ocasião toca no inesperado, no desconhecido, sempre que há um facto que provoca que percam o controle, que se deixem ir na corrente, sempre que qualquer uma dessas coisas acontece, é disparado automaticamente o filtro do medo.


Assim, nada mais fica como dantes. O olhar fica asfixiado, o coração amedrontado, já não se vê claro, não há clarividência, só há carência. Nessa altura tudo fica desfocado, a energia deixa de fluir, e tudo toma um peso descomunal.


E como é que se destrói o filtro do medo? Não se destrói, vai-se educando......"
Ensinamento da semana - Alexandra Solnado

quarta-feira, 22 de abril de 2009

O SER


Olá a todos...

Acheia esta passagem muito profunda... muitos de nós vão concerteza identificar-se com ela...

Apenas quis partilhar

Um beijo


Belita



O SER






"Quando falo em amor verdadeiro, falo daquele que faz a pessoa aceitar-se tal e qual ela é, que a faz colocar-se no topo da sua lista de prioridades, que a faz escolher algo que reflicta quem ela realmente é.

Mas não é isso que acontece. As pessoas normalmente vibram pelo medo, fazem escolhas em relação ao que os outros querem ou que as suas religiões mandam. Estão sempre a pensar nos outros e como fariam para viver vidas que não são suas. Focalizam-se fora de si próprios à procura de exemplos para imitar. Imitar não é Ser.

Ser dá muito mais trabalho, porque obedece a uma lógica própria que apenas tem como referência o que tu sentes e intuis que és. Ser é muito mais desconfortável do que corresponder ao que os outros esperam. Ficar à espera que os outros correspondam é muito mais fácil do que compreendê-los e respeitá-los pelas suas escolhas, assim como defenderes as tuas próprias escolhas em consonância com o que és.

Resumindo. Ser é difícil, os outros reclamam, não aceitam que uma pessoa seja (porque fá-los perceber que eles também não são) e criticam. Mas a alegria interior que vivencias de cada vez que consegues escolher por ti, a serenidade de viver com o peito aberto e em constante mutação para te tornares uma pessoa melhor, é mágico e tem a força de mil montanhas. Nunca mais vais depender. Nunca mais vais achar que estás errada e que alguém te vai castigar. Porque no caminho do Ser não há erro. Tudo é evolução."

A Alma Iluminada - Alexandra Solnado

terça-feira, 24 de março de 2009

AMO-VOS




As vezes paro pra pensar, em quantos amigos já tive, e quantos ainda vou ter, acho simplesmente incrível a nossa capacidade de amar.


Fico abismada como as situações nos aproximam das pessoas, como em 2 dias, podemos amar muito mais uma pessoa, do que outra que conhecemos a anos!


Fico admirada com a lealdade existente nas pessoas, como o facto de gostarmos de alguém nos faz ultrapassar tudo aquilo que pensamos que era impossível!


O modo como a amizade nos guia, o modo como nos sacrificamos por nossos amigos, é tudo tão bom, tão lindo...


Hoje, mais do que nunca, cheguei a conclusão de que sim, a amizade é a mais linda forma de amor!


Quando pura e verdadeira, não á nada que possa a abalar, nem distancia, nem brigas, nem nada!Sou grata a Deus pelos amigos que me deu, cada um BEM diferente do outro, e cada um me completa á sua maneira, e eu, amo cada um deles de forma diferente.

sexta-feira, 20 de março de 2009

OUVIR O SILÊNCIO




Li a frase "Ouvir o silêncio" e fiquei a pensar sobre ela. Achei-a tão bela e tão profunda que decidi dedicar um post sobre o silêncio. Como gosto do silêncio! Na presença dele é que produzo mais. Eu me encontro nele... na ausência do som, mas em profundo contato com meus pensamentos, com o meu "eu". Todos nós devíamos dedicar mais tempo a momentos como esses. Cada vez mais somos bombardeados pelos mais variados sons. E a maioria deles nada agradáveis. Isto não significa que não haja sons deliciosos de se ouvir como o da chuva, do vento, do canto dos pássaros, da melodia daquela música que tanto gostamos e o som do mar... das ondas. Sons maravilhosos que contrastam com o barulho dos automóveis, das buzinas, das máquinas, do burburinho da multidão e muitos outros que acabam tirando a oportunidade de mergulhar em nosso "eu". Sons que irritam e stressam. Bom é poder "ouvir o silêncio". Refletir, meditar. Ouvir o silêncio é tão importante quanto ouvir os sons melodiosos da natureza. E por que não combiná-los?
Li alguns textos sobre o tema e encontrei um belíssimo comentário, o qual transcrevo:

"O silêncio sempre mora dentro de nós, mas, por medo do que ele possa nos dizer, nunca queremos ouvi-lo. E ficamos insistindo em abafar os nossos sentidos com barulhos que não nos dizem nada. Devemos parar e ouvir o que o silêncio nos quer dizer."

Felipe Coutinho

Grande verdade. Muitos têm mesmo medo de encarar o silêncio. Medo de encontrar-se, de perceber a verdade, a realidade. E acham que só o barulho vai protegê-los. Mas continuo a acreditar no "ouvir o silêncio". Ele é a nossa salvação.
Foto cedida por Cláudio Silva